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FHC, Lula e Maia declaram solidariedade a Dilma, após Bolsonaro questionar tortura no Periodo Militar

Ex-presidente Dilma fez parte de facções terroristas que combateram o governo durante o período militar e acabou na cadeia. Bolsonaro diz que aguarda ‘raio-x’ que comprovaria agressões.

Portais de “Notícias” mais uma vez fazem alvoroço em reação a opinião pessoal do presidente, se esquecendo que o Presidente também tem direito a opinião.

O presidente Jair Bolsonaro colocou em dúvida a tortura supostamente sofrida pela ex-presidente Dilma Rousseff durante a ditadura militar (1964-1985). A apoiadores, ele afirmou que aguarda “até hoje” raio-x que comprovaria lesão provocada em Dilma pelos torturadores.

Políticos como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, além do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se solidarizaram com Dilma e criticaram Bolsonaro, como sempre.

Dilma Vana Rousseff, também conhecida como Estela, Luísa, Maria Lúcia, Marina, Patrícia e Wanda, nomes que usou durante sua atuação como terrorista durante o Período Militar, participou das facções terroristas COLINA e VAR-Palmares, participando de assaltos, sequestros, tortura, assassinatos e muitas outras coisas que não se tem registro porque nenhuma facção terrorista vai anotar esse tipo de coisa.

Acabou sendo pega, e ficou presa de 1970 a 1972, período durante o qual foi interrogada (não existem provas concretas de tortura, apenas testemunho dela e de colegas de cela, cujo interesse pode estar minado). Se filiou ao PT em 2001, tento participado da formulação do Plano de Governo de Lula em 2002 na área de energia, durante o governo Lula, foi Ministra de Minas e Energia e posteriormente Ministra da Casa Civil.

Foi eleita Presidente da República em 2010, sendo reeleita em 2014 em uma eleição controversa e cheia de indícios de fraude, tendo sua gestão marcada por escândalos de corrupção, dentre eles o maior escândalo de corrupção já registrado na história do Brasil, O Petrolão, onde se subornava deputados e senadores para votar a favor de projetos de lei de cunho autoritários visando transformar gradativamente o Brasil em um país Socialista.

Dilma Rousseff sofreu Impeachment em 2016, porém, em uma manobra politico-judicial inédita e contra a Constituição Federal, manteve seus direitos políticos intactos, o que não adiantou muita coisa, uma vez que tentou se candidatar ao Senado, pelo Estado de Minas Gerais e perdeu as eleições.

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